No dia mundial de lavar as mãos, aprenda a fazer a higiene corretamente
O simples gesto de higienizar as mãos corretamente com água e sabão pode evitar doenças como diarreia e gripe, entre outras. Veja as recomendações da OMS:
- use a quantidade de sabão suficiente para que a espuma cubra toda a superfície das mãos;
- dedique 15-20 segundos só no ato de esfregar; o ritual completo deve durar cerca de 50 segundos;
- capriche na limpeza do espaço entre os dedos; esfregue também o dorso e o punho;
- seque com toalha descartável (em ambientes coletivos);
- se a torneira não for automática, use a tolha de papel para fechá-la, ou lave também a torneira antes de lavar as mãos.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
FESTAS
Aqui estaremos publicando as festas que estarão ocorrendo nas próximas semanas. Inclua a sua.
domingo, 2 de maio de 2010
ECONOMIA
A taxa de juros dos empréstimos vai subir
Logo, é um bom momento para você rever seus planos de compras e começar a pensar em economizar. Se todos pensarem assim, os juros subirão pouco e logo voltaremos ao normal. Senão, o BC vai continuar subindo os juros até que todo mundo entenda a mensagem e reduza seus gastos, fazendo a economia voltar a crescer num ritmo sustentável e sem inflação. A expectativa das pessoas é uma arma valiosa da política monetária, desde que os consumidores e governantes ajam racionalmente.
Vários economistas já preveem que o Comitê de Política Monetária (Copom) vai promover mais um aumento de 0,75 ponto porcentual na taxa Selic na próxima reunião, nos dias 8 e 9 de junho. O aperto monetário é necessário, segundo os analistas, para trazer as expectativas de inflação para 2011 de volta ao centro da meta, de 4,5%. “Em junho, o Copom vai, no mínimo, fazer uma nova alta de 0,75 ponto porcentual e a Selic encerrará o ano entre 12% e 13%”, prevê o economista da Opus Gestão de Recursos, José Márcio Camargo.Em 2010, a preocupação passa a ser um possível rompimento do teto da meta, de 6,5%. "Esse risco existe embora eu projete uma alta de 6% para o IPCA em 2010", diz Caio Megale, economista da Mauá Sekular Participações. O economista-sênior do BES Investimento, Flávio Serrano, vê um cenário mais benigno, "com uma alta de 5,5% neste ano".Os especialistas divergem sobre um possível erro do Banco Central na reunião de março, quando os juros básicos foram mantidos em 8,75% ao ano. "O Copom errou em março e isso afetou a credibilidade do Banco Central, que tem o dever de formar as expectativas do mercado", diz Natan Blanche, sócio-diretor da Tendências Consultoria Integrada. Já o economista-chefe do Banco Schahin, Silvio Campos Neto, diz que "não é possível afirmar que foi um erro, pois havia incertezas sobre o cenário inflacionário".
Logo, é um bom momento para você rever seus planos de compras e começar a pensar em economizar. Se todos pensarem assim, os juros subirão pouco e logo voltaremos ao normal. Senão, o BC vai continuar subindo os juros até que todo mundo entenda a mensagem e reduza seus gastos, fazendo a economia voltar a crescer num ritmo sustentável e sem inflação. A expectativa das pessoas é uma arma valiosa da política monetária, desde que os consumidores e governantes ajam racionalmente.
Vários economistas já preveem que o Comitê de Política Monetária (Copom) vai promover mais um aumento de 0,75 ponto porcentual na taxa Selic na próxima reunião, nos dias 8 e 9 de junho. O aperto monetário é necessário, segundo os analistas, para trazer as expectativas de inflação para 2011 de volta ao centro da meta, de 4,5%. “Em junho, o Copom vai, no mínimo, fazer uma nova alta de 0,75 ponto porcentual e a Selic encerrará o ano entre 12% e 13%”, prevê o economista da Opus Gestão de Recursos, José Márcio Camargo.Em 2010, a preocupação passa a ser um possível rompimento do teto da meta, de 6,5%. "Esse risco existe embora eu projete uma alta de 6% para o IPCA em 2010", diz Caio Megale, economista da Mauá Sekular Participações. O economista-sênior do BES Investimento, Flávio Serrano, vê um cenário mais benigno, "com uma alta de 5,5% neste ano".Os especialistas divergem sobre um possível erro do Banco Central na reunião de março, quando os juros básicos foram mantidos em 8,75% ao ano. "O Copom errou em março e isso afetou a credibilidade do Banco Central, que tem o dever de formar as expectativas do mercado", diz Natan Blanche, sócio-diretor da Tendências Consultoria Integrada. Já o economista-chefe do Banco Schahin, Silvio Campos Neto, diz que "não é possível afirmar que foi um erro, pois havia incertezas sobre o cenário inflacionário".
MEDICINA
Johnson & Johnson faz recall de remédios infantis
Medida anunciada nos EUA inclui o popular antigripal Tylenol
Segundo a empresa, entre os problemas registrados estão uma concentração mais alta de princípio ativo do que a registrada na bula. Em outros casos, os remédios se mostraram sem efeito. Também foram relatados casos de pequenas partículas metálicas em alguns dos medicamentos.
Segundo a empresa, não foram registrados casos graves de efeitos colaterais em pessoas que tomaram remédios dos lotes sujeitos ao recall. Ainda assim, o comunicado distribuído pela McNeil recomenda que os medicamentos deixem de ser administrados às pessoas em tratamento.
De acordo com o diário "The Wall Street Journal", os lotes foram distribuídos basicamente nos Estados Unidos e no Canadá, mas alguns também foram destinados a países como Kuwait e Fiji.
A Johnson & Johnson passou por situação semelhante há poucos meses. Em novembro, ela anunciou um recall de pequenas proporções também do Tylenol, mas a convocação foi ampliada em dezembro. No mês seguinte, o recall foi ampliado mais uma vez e passou a incluir os remédios Motrin e o Benadryl, este usado no combate à tosse.
A McNeil Consumer Healthcare, unidade da Johnson & Johnson, comunicou à Food and Drug Administration (PDA), órgão que regulamenta os setores de alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, a decisão de retirar do mercado mais de mil lotes de alguns de seus produtos. Os remédios são destinados a crianças e incluem nomes como o anti-inflamatório Motrin, o antialérgico Zyrtec, e o popular Tylenol, usado no tratamento contra dor e febre.
iG São Paulo 01/05/2010 16:47
Medida anunciada nos EUA inclui o popular antigripal Tylenol
Segundo a empresa, entre os problemas registrados estão uma concentração mais alta de princípio ativo do que a registrada na bula. Em outros casos, os remédios se mostraram sem efeito. Também foram relatados casos de pequenas partículas metálicas em alguns dos medicamentos.
Segundo a empresa, não foram registrados casos graves de efeitos colaterais em pessoas que tomaram remédios dos lotes sujeitos ao recall. Ainda assim, o comunicado distribuído pela McNeil recomenda que os medicamentos deixem de ser administrados às pessoas em tratamento.
De acordo com o diário "The Wall Street Journal", os lotes foram distribuídos basicamente nos Estados Unidos e no Canadá, mas alguns também foram destinados a países como Kuwait e Fiji.
A Johnson & Johnson passou por situação semelhante há poucos meses. Em novembro, ela anunciou um recall de pequenas proporções também do Tylenol, mas a convocação foi ampliada em dezembro. No mês seguinte, o recall foi ampliado mais uma vez e passou a incluir os remédios Motrin e o Benadryl, este usado no combate à tosse.
A McNeil Consumer Healthcare, unidade da Johnson & Johnson, comunicou à Food and Drug Administration (PDA), órgão que regulamenta os setores de alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, a decisão de retirar do mercado mais de mil lotes de alguns de seus produtos. Os remédios são destinados a crianças e incluem nomes como o anti-inflamatório Motrin, o antialérgico Zyrtec, e o popular Tylenol, usado no tratamento contra dor e febre.
iG São Paulo 01/05/2010 16:47
CINEMA
Alice no País das MaravilhasBonito de se ver, mas chato de se acompanhar. Esse é o resultado da versão de Tim Burton, que pode ser um colírio, mas é também um tremendo sonífero.
Tim Burton e a obra máxima de Lewis Carroll pareciam ter nascido um para o outro. O visual, ao mesmo tempo assustador, sombrio e encantador que Burton imprime a seus filmes, e o espírito anárquico e assombroso das aventuras de “Alice no País das Maravilhas” e “Alice Através do Espelho” tinham o potencial de render um filme que conquistaria os corações de multidões. Mas não foi bem assim.
O visual da fita realmente é o que rouba a cena a cada momento. Cenografia, figurino, a própria direção de arte, efeitos especiais são absolutamente perfeitos, com o senso estético de Burton e sua equipe realmente capturando o tom certo para retratar esse mundo fantasioso.
A própria fotografia do longa, comandada por Dariusz Wolski, é impecável, se adaptando a cada um dos ambientes da produção de modo diverso e imaginativo. As cópias 3D acabam por tornar ainda mais efetivos tais acertos visuais, envolvendo o público nesses elementos plásticos fascinantes.
É uma pena que não haja uma imersão emocional do público na fita, que passa morosa e sem conflitos. Isso se reflete na montagem excessivamente lenta de Chris Lebenzon, amplificando o tédio do público. Restou para Danny Elfman, um dos colaboradores mais antigos de Burton, a missão de tentar colocar alguma emoção no filme por meio da trilha sonora, mas era tarde demais. É uma pena que um dos longas mais esperados do ano tenha se convertido em uma das grandes decepções de 2010. Bonitinho, mas ordinária.
É uma pena que não haja uma imersão emocional do público na fita, que passa morosa e sem conflitos. Isso se reflete na montagem excessivamente lenta de Chris Lebenzon, amplificando o tédio do público. Restou para Danny Elfman, um dos colaboradores mais antigos de Burton, a missão de tentar colocar alguma emoção no filme por meio da trilha sonora, mas era tarde demais. É uma pena que um dos longas mais esperados do ano tenha se convertido em uma das grandes decepções de 2010. Bonitinho, mas ordinária.
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